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Mostrando postagens de junho, 2020
Lá vamos nós de novo Como será que isso vai acabar dessa vez Provavelmente como sempre acaba Eu chorando na minha casa Mas eu to nessa é pela dopamina Nós dois deitados naquela madrugada E a sua boca colada na minha E lá vamos nós de novo Dá pra ver meu nervosismo pela minha tez Branca, pálida, quase congelada E já não sei de mais nada Na minha coxa, a sua mão gelada Dá pra entender tudo só pela encarada Lá vamos nós de novo Vamos juntos só mais essa vez O que me interessa o amanhã? Se o imediatismo sempre me satisfez E com os primeiros raios de sol da manhã, Nos abraçamos nós três Eu, você e o arrependimento outra vez