Taverneira maldita
Marsala se encontra novamente sentada em um banquinho duro de uma bancada em uma taverna qualquer com um ambiente duvidoso e porcamente iluminado bebendo sua bebida favorita: uísque barato. A sua energia já anda baixa há algumas semanas, mas ela vem empurrando esse momento inevitável com a barriga porque o detesta com todas as forças. Ela precisa achar algum homem para sugar as energias, mas para isso deve iniciar qualquer tipo de contato sexual com tal homem, o que sempre lhe é penoso ou, no mínimo, tedioso. Séculos e séculos sem fim sobrevivendo apenas para experimentar sexo meia-boca com homens insossos que mal lhe forneciam a energia sexual necessária de tão ruim que era a transa. Mas que existência miserável! Suspira. Já um tanto bêbada, ajeita seus longos cabelos negros e cacheados com as mãos tirando-os do rosto para procurar pela taverna por seu próximo alvo, mas volta rapidamente sua atenção ao copo de líquido marrom reluzente à sua frente. Nada de interessante par...