Nunca tão só
Deitada na cama, afogada na solidão da escuridão, tenho o pressentimento de que não estou tão só. Ouço alguns passos leves, uma sacola se balançando, arranhões pelas paredes, uns rosnados suspeitos... Logo, vários pares de olhos cintilantes começam a surgir no meio do escuro brilhando e me fitando em julgamento. Os gatos estão com fome.